Quanta coisa acontece em um mês!

Não sei se é bom ou ruim, mas a gente sai de Sampa, vai bem ali, no interior, onde tá cheio de árvore e gente que tem e mantém referências bem outras e, quando volta, em plena segunda-feira, estranha tudo.

E se vê no meio do maior trânsito e, de repente, assiste – estatelada e transida de medo, perplexidade, vontade de reagir, coração na boca, raiva, sei lá – a um assalto à mão armada, ao carro filmado, fechado, seguro, que está bem na nossa frente. Ainda bem que ninguém saiu fisicamente ferido.

E, olhando a estatística do blogue, descobre que tem leitores anônimos até em Portugal (ou mente, o WordPress?). E fica lamentando o fato de serem leitores anônimos e silentes.

E fica agradecendo o fato de existir anonimato. Mesmo que seja de mentirinha. Porque, quando se aproxima da gente, todo o mundo tem um nome, ou ao menos uma identidade. Até mesmo o bandido. Anônimo, estranho, intruso, detestável. Mas tem.

 

 

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Sobre lifega

Ande um pouco comigo, antes de me perguntar quem sou.
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